Hoje não se vê a Lua

Hoje não se vê a lua
Envolveu-a um manto negro e enfolado.

Criaturas antigas sussurram aos céus
Uma ladainha de encantamentos lúbricos.
Neblinas montadas em cavalos de vento
Traçam caminhos errantes por entre a tempestade.
Asas de areia
Castelos de espuma.
Os lençóis macios e perfumados dos começos
Esvaem-se num sopro sensual.
Ouvem-se os silêncios lunares
Dos gritos mudos do fim.

Hoje não se vê a lua.

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O Sorriso, ou a Loucura dos que Gritam em Silêncio

O Sorriso

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O Canteiro do Jardim ou os Mistérios duma Família Comum

O Canteiro do Jardim

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